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História e Crenças

Na adolescência, Joel leu”Demian”, obra que influenciou gerações, de Hermann Hesse, Nobel de Literatura em 1946. Trecho que lhe impactou muito então: “Sua missão era encontrar seu próprio destino, e não qualquer um, e vivê-lo inteiramente até o fim. Tudo o mais era ficar a meio caminho, era retroceder para

refugiar-se no ideal da coletividade, era adaptação e medo da própria individualidade interior”. Muitos anos mais tarde, a expressão “Tornar-se adulto é tornar-se progressivamente senhor de seu próprio destino” reconectou-lhe com a trilha de Demian.

Ao longo dos anos, Joel tem experienciado e compreendido que o “melhor” destino de cada um é construído no trilhar consciente uma resposta-trajetória que se vai desenhando função de permanente descoberta/criação de significado e sentido pessoal. Esta resposta-trajetória é continuamente ajustada na vivencia da tensão criativa gerada pela polaridade visão de mundo(o que a vida pede do sujeito)/missão pessoal( o que o sujeito pede de si para entregar à vida) que este sujeito vislumbra em dialética intra-pessoal orientada pela bússola magnética de seus valores, eles próprios em contínua evolução.

O destino nos termos acima só será construído, contudo se função de vontade pessoal consciente que se compromete com um mandato interno que pode dizer algo como “Assuma VOCÊ o comando das mudanças que você deve fazer para tornar-se aquele que você deve ser”, máxima pessoal que permeia o livro “Conduzindo a

própria mudança”, que Joel escreveu e publicou em 2012.

Aos que ousarem perguntar “Mas quem é aquele que devo ser?”, a resposta será: a essência primordial de cada um que se vai revelando na vivencia consciente do trilhar a trilha da resposta-trajetória, no exercício da dialética intra-pessoal que lhe vai ajustando e ampliando a consciência e a convergência para novos níveis de integridade e congruência pessoal.

Integridade é fazer o que é correto aderindo a um código de valores. Congruência pessoal compreende alinhar e harmonizar pensamento, fala e ação, para ao final  desse ciclo, fazer os ajustes necessários ao pensamento originalmente articulado.

A vivência consciente desse ciclo aumenta continuamente a autoridade de cada um sobre si próprio.

Maximiza a sua paixão por desenvolvimento humano e por foco no resultado que mais importa fundado em propósitos e valores.